Política do avesso

Fazer política no Brasil todos nós já sabemos que é complicado por demais, e ultimamente digo nas últimas décadas os politiqueiros, anda ainda mais sujos do que pau de galinheiro.
          
O que podemos esperar de um Prefeito? Entendemos que a função de um Prefeito consiste na elaboração de políticas públicas para Saúde, educação, habitação, entre outros fatores pertinentes ao bem-estar e qualidade de vida dos municípios estão suas ações como, representante do poder executivo, é o prefeito que encabeça a administração da cidade, no controle do erário público, do planejamento e concretização de obras, sejam elas em termos de construção civil ou na área social, cabe ao prefeito não apenas sancionar leis aprovadas em votação pela câmara, mas tanto quanto elaborar propostas de leis quando achar necessário. É importante frisar que o Prefeito não governa sozinho, tem seus auxiliares como: Secretários, um chefe direto o de gabinete, os cargos comissionados (DAS), pode também nomear uma junta de conselheiros de até 12 membros (Técnicos) se achar necessário, além do mais o prefeito depende do apoio político da câmara  municipal, tanto o chefe maior da cidade como os vereadores são eleitos pelo voto direto do eleitorado com voto aberto nas eleições que são com data marcada e determinada pelo TSE,  determinantemente o eleitor deve ser livre de coação, pressão ou e de venda seu votos, é isso que esperamos que seja perante as leis eleitorais do nosso país.
Perguntamos e ouvimos os mesmos argumentos de algumas pessoas pela cidade, quanto se gasta para se eleger um Vereador de uma cidade de porte médio tipo Mossoró? Não temos (tenho) uma resposta pronta e acabada pôr na verdade não pertencer ao meio em questão, sou apenas um mero funcionário público tentando meter o bico onde não fui chamado, mais porque não falar? Afinal das contas somos eleitores e a política faz parte de nossas vidas ou não é verdade?

Pois bem, temos uma idéia teoria em parte, por intermédio de assessores  de candidatos e (ex) dizem que a gastança gira em torno de R$ 350 á 500 mil reais pode até um ou outro gastar bem menos e ser eleito ou não, no primeiro caso o camarada entra como surpresa na política, a primeira vez como candidato apoiado de certa forma algum fator inusitado que o colocou por acaso tipo A Professora Amanda Batista na Capital Potiguar que foi eleita com 32 mil votos e um gasto segundo sua assessoria de R$ 65 mil reais etc. Em Municípios bem pequenos do interior do estado com  população de 5 á 6 mil ou mais um pouco de habitantes  temos números diferenciados que oscila em torno de R$ 35 á 40 mil reais, conheço um certo candidato que conseguiu ser eleito numa dessas com 87 sufrágios e um gasto de R$ 27 mil reais detalhe, sua cidade não chega  2 mil habitantes. No entanto são números não confirmados pois, não há registro de gastos excessivos na política tupiniquim no TRE nesse sentido, esses camaradas se esconde da justiça eleitoral como qualquer um outro, perante a lei gastos desse porte á ilegal, é que supostamente parte da grana serve para ser usado na compra de votos, tornando o eleitor mau acostumado, viciado em atos dessa  natureza absolutamente absurda e condenada pela justiça eleitoral.     

Compreendemos que esse toma lá dá cá na política gera ganhadores, que é o PODER ECONÔMICO, e perdedores que somos nós O SOCIAL, (O povo). É  evidente que o sujeito gastar dinheiro do seu bolso absurdamente para se eleger para um certo cargo público se assim  fosse ao tomar posse o “bonzinho” vai trabalhar para a população carente? Eu não acredito nisso, não é o que vemos o  que parece ser, na maioria dos casos, o salário recebido durante os 4 anos de mandato não consegue cobrir os gastos de campanha, definitivamente algo está errado. Até que me prove ao contrário não vejo alguém doar seu suor ou seja, dinheiro ganho suado e honestamente, fazer doações dessa natureza sem querer nada em troca. O que se percebe e se cogita nos bastidores são negociatas e falcatruas no meio político que dar arrepios nos cabelos dos injustiçados (povo), entre prefeitos e vereadores que depois de eleitos vende até a alma ao Diabo, para pagar suas contas de campanha e angariar mais divisas para a próxima, os tipos das negociações são empregos públicos para familiares, cabos eleitorais mais precisamente aqueles que se empenharam na campanha e trouxeram mais votos pro seu candidato, presidente de conselhos comunitário, correligionário e apoiadores etc. são quase todos agraciado nessa leva e entrada pela janela  da Prefeitura ainda, jetons, mensalões, doação de terrenos, licitações fraudulentas, obras públicas com valores superfaturados, etc. no todo o inrriquecimento  dessa gente, é de fazer inveja a Tiranos e Reis  da antiguidade. Tudo com o dinheiro da população.

Por: Iram de Oliveira   
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