Palestra: vida após a morte

  Por: Iram de Oliveira
Assistir a palestra do médium  espírita o senhor Divaldo Franco (Foto), não de corpo presente mais  pela TV não sou um sujeito socializável como gostaria mas, então, gosto do aconchego do meu lar. Pois bem, achei  interessante tudo que ele falou só não, quando ele disse que funcionário público não trabalhava e que as repartições pública estavam super lotada de “trabalhadores” isso prova que seu conhecimento é limitado apenas mostrou o lado negativo do já penalizado mal visto servidor público, é claro que esse é um pensamento de senso comum, (das outras pessoas), em todo caso o ser humano é passivo de erro, reiteramos que ninguém é perfeito; mas achei legal quando o mesmo falou a frase de que: “os pais acreditam nas mentiras dos filhos mais os filhos não acreditam na sua verdade”. O médium é  um homem otimista, querido e admirado pelo seu público entra num assunto com começo, meio e fim entendemos a  mensagem que o mesmo quis passar, pensamos que iria se aprofundar mais no assunto relacionado a reencarnação, comportamento dos espíritos etc. Mas não, isso prova que eu esse humilde escriba tem muito o que aprender nesse sentido sou novato no assunto em questão a bem da verdade.

Seu Divaldo tem uma inteligência e a saúde fora do comum apesar de seus 86 anos de idade no segundo caso. Viaja muito por todo o Brasil e exterior dando suas palestras, tentando abrir a mente das pessoas que vos escutam,  por sinal recomendamos, é de bom grado.


No geral foi bom me deixou curioso em relação ao espiritismo. Conheço pouca gente que freqüenta a religião uns dois ou três talvez, e outros tantos admiradores e afirmo que são do bem,  gente muitas boas respeitáveis entre e sai da sua casa com satisfação e respeito pelo seus semelhantes, realmente é a religião que se doa e não da doação como muitas que vimos por terras Brasileiras.

Tendência religiosa

Minha mãe era e ainda é uma pessoa bastante religiosa, católica por natureza nos fez também assim, eu irmãos da mesma forma e modo ou tentou até quando pôde e deu. Cumprimos etapas, Fizemos a primeira comunhão o crisma etc.  No meu caso, cresci e percebi que não é bem assim, as coisas como pregam! e quê o movimento religioso tem lá seus percalços (problemas a resolver), os detalhes fica para outra oportunidade.  Depois descobri os Evangélicos, não me fascinou apesar de acharmos  necessários as duas frente, enfim. Entendi que precisava de algo mais, uma religião, a religião do conhecimento assim, frequentamos por um determinado período os Gnósticos, e fui aos poucos descobrindo através do conhecimento que a vida no meu caso fazia sentido quando os fatos se revelam apesar das responsabilidades adquiridas  é que quanto mais “sabedoria” (Experiência) mais responsa falando no popular.

Ultimamente sou um pouco católico  voltando as origens apesar de não ser freqüentador assíduo mais como falamos acima gosto do meu lar, do canto que me faz sentir bem, pratico as orações e a meditação que me serve  de tranqüilizante me adicionando um equilíbrio corporal, emocional  “espiritual” fora do normal. Assim como minha mãe me ensinou em casa as orações com minha família,  e a meditação comigo mesmo, porque compreendemos, como disse o senhor Jesus Cristo, está  na Bíblia, imagino que a igreja somos nós mesmos. Estou satisfeito mais aceitamos outras opiniões desde que seja para somar. 

Compreendemos que tudo que vem de Deus nos confortam.

Para finalizar, oremos a oração do Pai: 

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Vosso nome.
Venha a nós o Vosso Reino.
Seja feita a Vossa vontade, assim na Terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje.
Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
E não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém

Jesus Cristo, Mateus, 6:9-13

Por: Iram de Oliveira, Geógrafo

   
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