Brasil: dividir para melhor governar

Num dos vários seminários que acontece nas universidades, na realidade no final serve apenas para conhecimento dos participantes(alunado). Para ser mais claro em 2003, participamos de um desses, o assunto em questão naquele momento era o Brasil e suas dificuldades de Governança. Então levamos uma proposta considerada audaciosa, que foi  debatido pelo alunado(a) nessa instituição de ensino superior.
De: Iram de Oliveira
Bandeira do Brasil desenho Bandeira do Brasil
Vamos  resumir tentando aproveitar bem o espaço. Pois bem, percebe que há uma imensa dificuldade em nosso país, por parte dos nossos governantes tanto da esfera federal, estadual e municipal de fazer com que o progresso  alcance todo o espaço Brasileiro e com isso  consigam alcançar toda a totalidade populacional para ajudar no seu bem estar social. O que existe nesse território é na verdade uma desigualdade social, ocupacional, digamos, uma densidade demográfica (pessoas) concentrada mais no litoral leste do país, e um vazio nas regiões norte e centro-oeste. Sem falar que estados Brasileiros tem uma grande extensão de terra em prol de latifúndios (ociosa) enfim, sem aproveitamento nenhum por parte das massas. Ou não é verdade?

Onde queremos chegar? A frase certa é, dividir para melhor ser governado. 

Dividir o país, mais  não como almejam os sem "celebro" Lobão, Bolsonaro e cia (descriminando  A ou B) da sociedade, isso não é uma divisão de maneira cientificamente testada em outros países Ex: EUA. O fato é quando se diminui um espaço demográfico, ou seja o tamanho do estado (espaço físico) supostamente melhor será sua ações de dominação, no bom sentido é claro, não de forma ditatorial, isso não, longe disso. Tem que ser  governado pensando no bem coletivo, assim é bem verdade, que essa proposta não é  nossa já tinha lido nos livros algo nesse sentido. Segue, o critério de homogeneidade adotado pelo IBGE, contudo tem sido questionado, uma vez que as características regionais não acompanha necessariamente o traçado dos estados, tamanha são as diferenças no interior de uma mesma região que á tempos vem surgindo movimentos de separação, criação de alguns estados e território dentre elas, destaca-se a criação do estado de Carajás (Sudoeste do Pará) e trombetas no Noroeste do Pará, do estado no Maranhão seria criado o Maranhão do Sul, e o estado do Iguaçu nasceria entre os estados de Santa Catarina e Paraná. Observa-se que a maioria das propostas é cercada dos mais diferentes interesses econômicos e político estratégico. Ainda, no Matogrosso seria criado o estado da Madeira, e no Matogrosso do Sul também se dividiria em dois estados, e do território amazonense seria desmembrado e nasceria mais 3 (trêz), por fim, os estados de Minas Gerais e o da Bahia seriam supostamente criados mais 2 (dois)  1 de cada. Ao todo nessa conta o Brasil ganharia mais 11 (onze) federações estaduais com novos governos e deputados eleito pelo voto direto, passando de 26 para 37 estados Brasileiros.

Entenda os Estados Unidos já fez reforma desse tipo, por lá são 50 (cinqüenta) estados cada qual com suas próprias leis e decisões ligado a constituição federal. Agora, pode alguém pensar ou dizer vai aumentar o número de parlamentares. De fato onerando os custos no orçamento federal, é verdade! Mas isso é fácil falar, basta reduzir para, Uma sugestão 8 (oito)   o total de deputados  federal e estadual por estados que tem muitos além de suas necessidades. No caso São Paulo de 70/8, Minas Gerais de 53/8, Rio Grande do Sul de 31/8, Pernambuco de 25/8, Santa Catarina de 16/8, Goiás de 17/8, Rio de Janeiro de 31/8,  etc. em país sério é assim que funciona corretamente. Oportunidades á todos. Pelo menos esse é o nosso ponto de vista.
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