“A velhice é um terreno fértil para a criação e a rebelião”, aponta Edgar Morim

                     Edgar Morin (104 anos), filósofo, sobre a felicidade: "A velhice é um terreno  fértil para a criação e a rebelião"

Ao longo das últimas décadas, a discussão sobre a velhice e o envelhecimento deixou de se limitar à perda de capacidades físicas e passou a incluir criatividade, propósito, participação social e valores humanos, compreendendo a velhice como fase fértil em que corpo, mente, história, cultura, afetos e sociedade se entrelaçam na perspectiva do pensamento complexo de Edgar Morin.

O que é envelhecer com criatividade e rebeldia

Na velhice, criatividade significa reorganizar a rotina, aprender algo novo, rever crenças e manter presença ativa na vida pública. A rebeldia aparece como recusa à invisibilidade e ao conformismo, afirmando o direito de continuar participando da vida social e intelectual.

Nessa chave moriniana, a pessoa idosa reconhece em si “todas as idades” vividas e assume-se como sujeito capaz de se reformar continuamente. 

Aceita a vulnerabilidade, mas não renuncia ao desejo de conhecer, amar, criar e intervir no mundo, resistindo à redução da velhice à doença ou à passividade.

Como o projeto de vida fortalece o propósito na velhice

Pesquisas em longevidade indicam que ter um projeto de vida — ainda que simples — está associado a maior bem-estar psicológico e melhor saúde.

Ao longo das últimas décadas, a discussão sobre a velhice e o envelhecimento deixou de se limitar à perda de capacidades físicas e passou a incluir criatividade, propósito, participação social e valores humanos, compreendendo a velhice como fase fértil em que corpo, mente, história, cultura, afetos e sociedade se entrelaçam na perspectiva do pensamento complexo de Edgar Morin.

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