Desigualdade social

Seis bilionários brasileiros tem mais dinheiro do que 100 milhões de pessoas ou seja, quase a metade da população do Brasil!
Brasil de muitos, pra poucos...


Denúncia

Governo Temer vai liberar R$ 1 bilhão para deputados barrarem 2ª denuncia de corrupção contra o "vampirao".
Isso esta certo coxas?
pra frente Brasil.

Aposentadoria...

Resultado de imagem para aposentadoria fotosNão se dá sem tirar

por: Vittorio Medioli 
O gasto irresponsável de um governo dura até acabar o dinheiro dos contribuintes. Quando acaba, é necessário emitir moeda para honrar compromissos oficiais. A injeção de liquidez para tapar o rombo impulsiona artificialmente a procura de bens que ainda não foram produzidos.
O fenômeno que se segue é a inflação, que corrói o valor da moeda tirando poder de compra aos salários. Equacionam-se a procura e a demanda. Mais dinheiro com menor poder de compra, ou seja, uma farsa.
O caso das aposentadorias pagas pela União chega a ser surreal quando comparado às maiores economias do planeta. No Brasil arrecada-se muito, mas paga-se até dez vezes mais para o setor público. Embora não seja a única razão de desequilíbrio, agravam-se substancialmente as contas públicas.
Em 2012, a presidente Dilma sancionou a Lei 12.618, que institui o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), gerando um teto único entre aposentadorias pública e privada; as eventuais diferenças serão pagas em regime de sustentabilidade pelos fundos, eximindo assim a Previdência da União de arcar com as diferenças.
A regra, entretanto, vale para quem entra hoje e terá efeitos mais relevantes a partir de 2050. Até lá o déficit previdenciário será pago pela União, quer dizer, pelo contribuinte via arrecadação de impostos.
O que ocorreu em 2015 e continua em 2017 deriva, em parcela preponderante, das elevadas aposentadorias que beneficiam um universo de 980 mil servidores públicos inativos, que representam 2,9% de todos os aposentados. Em 2015 o déficit referente aos servidores foi de R$ 92,9 bilhões, proveniente da diferença entre a entrada por desconto em folha de R$ 12,6 bilhões e os pagamentos de R$ 105,5 bilhões a título de aposentadorias.
A média da aposentadoria “pública”, para os novecentos e oitenta mil beneficiados, era em 2015 de R$ 8.950 por mês, com déficit médio por aposentado de R$ 7.900, ou R$ 94,8 mil por ano; a correspondente “privada” registrou a média de R$ 1.255 para os 18,5 milhões de aposentados, com déficit médio mensal dezenove vezes menor que o correspondente “público”, R$ 400 (contra R$ 7.900).
As contas da União precisarão arcar – até a Lei 12.618, sancionada por Dilma, gerar efeitos – com um rombo anual “público” próximo de R$ 100 bilhões para pagar apenas 3% do universo de aposentados no Brasil.
Hoje cem trabalhadores arcam com treze aposentados, já em 2060 deverão arcar com sessenta e três. Isso é inconcebível, já que os treze de hoje já geram um déficit assombroso.
Embora entenda-se que qualquer reforma seja vista como uma agressão aos trabalhadores, o déficit da Previdência, especialmente do setor “público”, ou de apenas 3% do universo brasileiro, aniquila a lógica e a capacidade de se sustentar. Hoje, entrelaçado com o “privado”, não se mostra tão impraticável, mas a cada dia será mais diferenciado, evidente e impagável.
Muitos pagarão a conta de poucos, e os muitos são exatamente os trabalhadores da economia privada. Apenas a presidente Dilma, por ser de esquerda e do PT, conseguiu aquilo em que todos os seus antecessores falharam, contando com o apoio de seu partido para aprovar uma medida que, ao menos, cola um limite no horizonte mais distante a cessão dos rombos atuais.
Entretanto, a progressão do envelhecimento da população deixa menor até a Lei 12.618.
Como propuseram analistas da esquerda, poder-se-ia congelar o que ultrapassa o teto da previdência privada e atender uma irredutibilidade constitucional. Isso também permitiria fazer-se justiça com melhores aumentos na base da pirâmide.
Por que não haver uma trégua e se discutir com maturidade? Tentar preservar um sistema que, antes de falir, deixará o país inteiro na bancarrota?
“quanto pior, melhor”, que vale de regra universal na oposição, ou fora do governo, deveria ter uma trégua serena.
Embora o presidente não seja do PT, é recomendável haver uma discussão e abordagem objetivas. Uma análise de entradas e saídas, de possível, de recomendável, de saída da queda livre em que o sistema está lançado para a falência e ruína da nação.
Não tem cartola que possa compensar o tamanho desse déficit.
“O governo, seja de quem for, só pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém”.
Fonte: Jornal O TEMPO

Ensinando a viver

Resultado de imagem para filme ensinando a viver fotosEmocionante: O grande tema do filme é da descoberta, cujo processo leva a outras temáticas, como o da necessidade da imaginação no processo da existência, a convivência com a diversidade e a aceitação das pessoas como elas as são. Sobra, ainda, um pensar sobre o enigma da vida.
O enredo de “Ensinando a viver” tem a grandeza de situar no campo das descobertas o encontro das possibilidades daquilo como queremos ser. Primeiro, na identificação entre David e Dennis.
No processo de resgatar uma criança para a realidade, utiliza, então, aquilo que tem de melhor, a fantasia e a imaginação. Mas, ao mesmo tempo se pergunta: quem é ele para dizer a uma criança que ela não é de outro planeta?
David promove o difícil processo de respeito à individualidade, de aceitação do outro como ele o é. Assista. 
*Marluce de Oliveira trabalha na área de Controle de Qualidade em uma empresa Suíça. A espiritualidade fez com que Marluce despertasse espiritualmente. Sem um certo nível de consciência espiritual é impossível perceber a magia da vida.

Cunha quer delatar e ninguém quer ouvir

Resultado de imagem para cunha preso fotosEduardo Cunha está cortando um dobrado para fechar sua delação premiada com a Lava Jato. O ex-deputado até ofereceu um invejável calhamaço de revelações, com mais de 100 anexos. Mas o material foi recusado, já que não incluiu seus próprios crimes, como exigem os promotores federais. Sem isso, as chances de um acordo são nulas. E, sem a delação, as penas que aguardam o “Caranguejo” são do “padrão Sérgio Cabral”.
É ingenuidade imaginar que os muitos larápios alcançados pelas operações de combate à corrupção tenham se purificado. Como continuam sendo o que sempre foram, surgiu entre eles um “mercado” de compra e venda de delações. Figuras que já estão com a corda do Ministério Público no pescoço têm cobrado “apoio financeiro” de antigos cúmplices, alegando despesas com advogados e familiares. Um deputado com diversos crimes ainda não expostos analisa a proposta de pagar R$ 2 milhões a um “preso amigo” para não ser denunciado. A um senador, na mesma situação, a oferta foi de R$ 3 milhões.
ISTOÉ

A "modernização" defendida pelos ricos do Brasil

Resultado de imagem para trabalho desumanos fotosA queda de braço entre o grupo Riachuelo e o Ministério Público do Trabalho, numa polêmica que envolve uma multa de R$ 37,7 milhões, é um primeiro sinal do que pode ocorrer com mais frequência, passada a “modernização” trabalhista, como preferem chamar os defensores da causa. Cientes do descumprimento de direitos básicos, gigantes empresariais, como a Riachuelo, entram num confronto com a justiça, sob o argumento único da geração de emprego e renda. Mais que isso, invertem a lógica da situação colocando a justiça do trabalho como vilã da história. Em boa parte, contando com apoio do discurso da grande mídia e dos governos.

No cerne do trabalho do Ministério Público está a terceirização. Gigante especializada na produção de roupas, a Guararapes – indústria do grupo Riachuelo – ampliou a produção terceirizada, através do programa Pró-Sertão, tendo grande parte de seus produtos feitos em pequenas facções instaladas no Seridó potiguar. Sobre estas pequenas fábricas, o grupo exerce forte controle mas nenhuma responsabilidade com as pessoas empregadas por elas. É nisso que os procuradores enxergam uma das principais irregularidades.

Via: Chico Gregrorio

Denúncia

                                                               por Mário Tarcitano

Temer diz ser alvo de ilações

Resultado de imagem para michel temer fotosO presidente Michel Temer afirmou, hoje, ser alvo de "ilações e provas forjadas" ao comentar a nova denúncia oferecida contra ele pela Procuradoria Geral da República. Temer divulgou um vídeo nas redes sociais para falar sobre o assunto. Em outro trecho, ele também avaliou que a acusação busca "paralisar" o Brasil e "desestabilizar" o governo dele.
"Lançaram contra mim ilações, provas forjadas, denúncias ineptas produzidas em conluios com malfeitores. Mais recentemente, as mesmas mãos que tentaram tirar o país dos trilhos da recuperação e do crescimento voltam à carga. Repetem seu procedimento: vazam para a imprensa depoimentos mentirosos, sem base em fatos e nenhuma conexão com a verdade." – Michel Temer
O presidente foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal na semana passada. A PGR o acusa de ter praticado os crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Mas o STF só poderá analisar a denúncia se a Câmara dos Deputados autorizar.
A acusação da PGR chegou à Câmara nesta quinta e a previsão do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é que a votação aconteça em outubro.


Na avaliação do presidente, há uma "marca da insensatez" contra ele, o que o deixa "indignado". Quando a denúncia foi oferecida, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência divulgou uma nota com teor semelhante, na qual o Palácio do Planalto acusou o então procurador-geral, Rodrigo Janot, de atuar em uma "marcha irresponsável" contra o presidente. Na mesma nota, a Presidência da República afirmou que a acusação oferecida é "recheada de absurdos".


Há tá!
Via: Blog do Magno

Políticos do RN passa vergonha nacional

Resultado de imagem para robinson faria, henrique alves e josé agripino fotosVergonha para o Rio Grande do Norte!
Alguns políticos de Mossoró figuram nos maiores noticiários nacionais há alguns dias como personagens de reportagens sobre corrupção.
O líder das aparições em rede nacional é o ex-deputado Henrique Eduardo Alves, preso desde o mês de abril em decorrência da Operação Lava Jato.
Quem também aparece constantemente no noticiário nacional é o governador Robinson Faria. Ele é investigado por um grande esquema de desvio de dinheiro na Assembleia Legislativa e também figura entre os delatados na Operação Lava Jato.
Outros nomes bem conhecidos do eleitor potiguar também aparecem de vez em quando, como os senadores José Agripino Maia e Garibaldi Alves Filho, os deputados Fábio Faria e Felipe Maia, entre outros.
O último a ser destaque em rede nacional, com direito a chamada na Rede Globo, foi o deputado Disson Lisboa, que vai trabalhar com tornozeleira eletrônica. O absurdo foi mostrado na edição desta quarta-feira no programa Profissão Repórter.
Com informação do RNMAIS
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