Operação Cidade Luz: justiça afasta Raniere do mandato

O vereador de Natal, Ney Lopes Júnior (PSD), já foi notificado para assumir a Presidência da Câmara Municipal de Natal “por tempo indeterminado”. Ney, que estava em São Paulo, já está retornando para Natal. Na gestão de Micarla de Sousa, Ney Júnior também chegou a assumir o cargo de Prefeito de Natal por decisão da Justiça.
A Justiça determinou o afastamento de Raniere Barbosa, não só da Presidência da Câmara Municipal de Natal, mas também do mandato de Vereador. Ele está impedido de frequentar as dependências do Parlamento Municipal.
De: Pádua Campos

O próximo passo do PMDB é acabar com a Lava Jato, afirma procurador

Resultado de imagem para o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima fotosMuitos queriam fim do governo Dilma e não da corrupção, diz procurador

Estadão Conteúdo – Em mensagem publicada em sua rede social, o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Operação Lava Jato, afirmou nesta segunda-feira, 24, que ‘o próximo passo do PMDB’ parece ser acabar com a investigação.
Carlos Lima reagiu à entrevista do vice-presidente da Câmara dos Deputados e substituto imediato de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), ao jornal O Estado de S. Paulo, na qual o parlamentar defendeu um “prazo de validade” para a Lava Jato.
O procurador afirmou que “as investigações vão continuar por todo o País”.
“Acabar com a Lava Jato. Esse parece ser o próximo passo do PMDB. Infelizmente muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma e não o fim da corrupção. Agora que Temer conseguiu com liberação de verbas, cargos e perdão de dívidas ganhar apoio do Congresso, o seu partido deseja acabar com as investigações. Mas, mesmo com todas as articulações do governo e de seus aliados, as investigações vão continuar por todo País”, escreveu.
Na entrevista, Fabio Ramalho afirmou que “o Brasil não vai aguentar isso para o resto da vida”. “Ela (Lava Jato) não pode ser indeterminada. Ela já fez o seu trabalho”, disse o deputado.
“Defendo a Lava Jato, mas tem de ter prazo de término. O Brasil não vai aguentar isso o resto da vida. Além da corrupção, tem de se avançar na desburocratização do País, na segurança jurídica do País, nas reformas.”
Questionado sobre qual seria o prazo para a Lava Jato terminar, o deputado declarou. “Determina um tempo: seis meses.”

Vem Pra Rua, MBL e o Pato da FIESP, até agora permanecem calados

Imagem relacionadaAlgum potiguar tomou conhecimento que a meninada assanhada do MBL – Movimento Brasil Livre e do Vem Pra Rua que gostam de mostrar suas línguas,  pretendem promover alguma manifestação de protesto contra o aumento de R$ 0,41 no litro de gasolina?

Ou eles vão ficar caladinhos comendo o pato da Fiesp?

Parece que os financiadores dos protestos não estão liberando grana... 
A imagem pode conter: 7 pessoas, pessoas sorrindo

Via Renato Dantas/Chico Gregorio

Final de semana violento no RN

Esse final de semana o RN bateu um recorde negativo, foram 32 homicídios computados pelo OBVIO no estado. Segue a relação:

O poder que quase tudo pode

Resultado de imagem para manifestação nas ruas do brasil fotosHá algo maior que o poder

por: Durval Ângelo
Centenas de milhares de manifestantes saíram às ruas, em todo o país, na quinta-feira (20) da semana que passou, em defesa do ex-presidente Lula e do Estado democrático de direito, contra as reformas golpistas e pela saída de Temer, o ilegítimo. A manifestação expressa a indignação de milhões de cidadãos e cidadãs, quando se sucedem verdadeiros atentados à democracia.
Se é de revolta e determinação, o momento é também de profunda tristeza. Confesso que, ao tomar conhecimento da condenação de Lula, emocionei-me frente a tamanha injustiça protagonizada justamente por quem deveria fazer justiça. Trata-se da concretização da máxima de Rui Barbosa: “A pior ditadura é a do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”.
Como não sofrer ao constatar que hoje, no Brasil, o Judiciário tem lado e ideologia? A condenação de Lula foi absolutamente política; isso é inegável. Uma sentença surreal, sem a apresentação de sequer uma prova concreta. Condenado por supostamente receber um imóvel cuja propriedade legal nunca foi sua e que já havia até sido dado como garantia pela construtora em um empréstimo bancário. Condenado por suposta lavagem de um dinheiro que nunca recebeu.
Não foi Lula que Sérgio Moro condenou, mas sim as políticas de inclusão que o ex-presidente implantou, retirando milhões da miséria. O que querem é desconstruir os avanços para os pobres alcançados nos governos do PT com programas como “Bolsa Família”, “Luz para Todos”, “Minha Casa, Minha Vida”, “Fortalecimento da Agricultura Familiar”, acesso de pobres e negros às universidades, além do aumento real de salários, entre tantos outros.
O crime de Lula foi criar condições para a promoção social dos excluídos, incomodando as elites e setores da classe média, que veem no “juiz justiceiro” um legítimo representante de seus interesses. Por isso, além do impeachment de Dilma, da destruição do PT, da retomada do poder pela direita e da inelegibilidade de Lula, o plano – em conluio com a CIA – inclui o retrocesso das políticas sociais. Fato é que, recentemente, o Brasil voltou a figurar no mapa mundial da fome da ONU. Vergonhoso!
“Há algo maior que o poder que se chama ‘justiça’”, afirmou o escritor e pensador francês André Malraux. Infelizmente, hoje, no Brasil, em muitas situações, justiça e poder têm andado de mãos dadas. Mas, se existe um Judiciário autêntico neste país, essa condenação há de ser revertida na instância superior.
A boa notícia é que parte significativa da sociedade começa a perceber o que está em jogo nessa queda de braço, cujo pano de fundo jamais foi a corrupção, mas a luta de classes. Prova disso é que, logo após a condenação de Lula, o PT recebeu mais de três mil novos pedidos de filiação somente via internet.
O povo brasileiro há de resistir aos retrocessos e fazer valer o direito de eleger, democraticamente, o presidente deste país. E ele será Lula, com toda a certeza, porque assim deseja a maioria dos eleitores. É o que “eles” mais temem.
Fonte: O TEMPO

Governo Temer negocia a venda da base de alcântara

Resultado de imagem para base de alcantara fotosA negociata brasileira do século: tentativa de vender a base de Alcântara

por: Guilhermina Coimbra
Estão tentando passar para trás os residentes no Brasil, em mais uma negociata com bem público brasileiro inegociável!
Não pode, desistam! Os residentes no Brasil estão atentos e sabem, que não pode, pelo que se segue.
A base de Alcântara no Maranhão foi construída com dinheiro dos contribuintes de direito – aqueles a quem a lei expressamente manda pagar os tributos – e de fato do Brasil: aqueles que pagam sem perceber, o tributo embutido em todos os bens que adquirem.
Isto significa que dinheiro público – meu, seu, dos nacionais e estrangeiros residentes no Brasil, isto, é, da população brasileira – originado dos tributos – foi desviado, deixou de ser encaminhado para os hospitais públicos, às escolas públicas, à infra-estrutura do Brasil (saneamento básico, água encanada, esgotos, etc., estradas de rodagem e outros) para que os residentes no Brasil pudessem ter uma base militar, necessária e imprescindível à segurança da população brasileira e do asseguramento do território do Brasil.
As Forças Armadas – mantidas e supridas pela população brasileira – já devem estar atentas.
Há que se acabar com essa tática perversa e ridícula de querer tornar ignorante, ignorantizar, tentar emburricar, idiotizar, com notícias e comentários atentatórios da inteligência, a população do Brasil.
A população brasileira é inteligente, perspicaz, atenta e está mais do que consciente de que tem contribuído muito, através de todos os altos tributos pagos à União, objetivando ter os bens públicos do Brasil construídos, mantidos, preservados, resguardados e salvaguardados.
Daí, a razão pela qual a população brasileira não consegue sequer pensar em se conformar de ver os referidos bens públicos do Brasil – Alcântara, um dos maiores – vendidos e, ou, leiloados, pelos espertalhões de sempre dentro do Brasil, associados aos respectivos amiguinhos de fora do Brasil.
Os residentes no Brasil não vêm se sacrificando tanto, pagando, cada vez mais altos tributos – para se conformarem em ver o Governo brasileiro, qualquer que seja, qualquer que seja o partido político no poder e independente de ideologias – tentarem fazer negociatas com os bens públicos brasileiros, como se tais negócios públicos fossem negócios privados dele, Governo brasileiro e de seus amiguinhos espertalhões de sempre de dentro e de fora do Brasil.
Os residentes no Brasil não vêm se sacrificando tanto, pagando altos tributos – reconhecidamente, por nacionais e estrangeiros, altíssimos tributos – para verem os negócios públicos brasileiros se tornarem negócios e negociatas privadas prejudiciais aos contribuintes do Brasil.
Polícia Federal investigando quem e quantos estão ganhando quanto, para fazerem esta proposta indecente de doar patrimônio público brasileiro!
Justiça Federal ordenando abertura de contas bancárias no Brasil e no exterior dos suspeitos de tentarem fazer negócios privados com os bens públicos do Brasil.
A população brasileira está atenta e já percebeu que cada brasileiro esclarecido é o responsável pelo ignorante mais próximo: o pai, a mãe, a esposa, o marido, o irmão, a irmã, o amigo, a amiga, o colega, a colega – e os participantes dos almocinhos, jantarzinhos, das rodadas de “chopinhos”, de cafezinhos, de chazinhos..
Ato de repúdio veemente, insubordinação cívica radical da população brasileira em todo o território nacional, contra essa negociata do século, por todos, acompanhado de auto-estima e sentimento de posse: isto aqui é o Brasil zão dos mais de duzentos milhões de seres humanos residentes no território do Brasil.
O Brasil merece respeito!
*Guilhermina Coimbra é pesquisadora cadastrada do CNPq e da FAPERJ, desde 1994.
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