Pensando: Amigos da cidade serrana de Portalegre II

Não poderia deixar de registrar nesse humilde espaço mais um final de semana dos bons na cidade serrana de Portalegre, aonde visitamos Eu o escriba a digníssima Ceição Barros e familiares  alguns dos pontos turísticos da cidade  sendo que,  um dos locais mais aconchegante é o mirante onde  avistamos  o horizonte com várias cidades parecendo até que estamos em um voo livre, enquanto escutamos a risada de lêlêda (Francileide) e  olhamos a cruviana ao longe recebemos o vento do Norte tão forte que nos faz pensar que estávamos em praia aberta; outro lugar bacana de se ver que estivemos é a bica por  lá não existe crise hídrica o chamado “olho d’água” jorra água sem parar a décadas aonde os “nativos” e visitantes podem se banhar enquanto puderem e acharem conveniente alguns dizem “lavar a alma”...    

Depois disso tudo, puxando um pouco o saco; no Sítio Jenipapeiro, pernoitamos na residência de minha bondosa sogra D. Vacilda Barros onde antes da dormida rolou uma cerveja com churrasco a beira da estrada carroçável que vai a outras comunidades da vizinhança enfim.

- Nem tão pouco podíamos esquecer de  registrar aqui a presença dos amigos que são pessoas do bem que dar gosto contactar; o homem bom de churrasco precisam ver é de dar água na boca Francinildo Barros Cardoso  se fosse você cunhado abriria um restaurante na cidade, não perca mais tempo faz o que deve ser feito irmão abraço e sucesso; O “amazonense“ César Cals e sua esposa Leonice que dessa vez não reclamou da coluna parabéns mulher aparentemente  você está ótima, desejamos saúde;  O maior fazendeiro criador de gado e jogador de baralho da região  o agropecuarista Wagner Pereira  valeu o homem é tirador de leite de vaca dos bons; como também a presença de Cícero Alexandre ex-vereador por dois mandatos na cidade; o animado e alegre o Pauferrense Altanir  Barros e família que cantarolava a todo instante  a música do rei do baião Luiz Gonzaga “Tengo, lengo, tengo, lengo, tengo, lengo, tengo. Ei, gado, oi. Bom vaqueiro nordestino. Morre sem deixar tostão. O seu nome é esquecido...”  Altanir é a alegria da família um cara espetacular, admiro sua destreza parceiro seu nome tenho certeza nunca será esquecido enquanto vida tiver nessa Terra sofrida; Marcelo Jales que é advogado de mão cheia e Iháscara Cardoso estudante de direito e por último as crianças Maria Eduarda e Enzo que são a alegria da casa.

Se faltou citar nomes peço perdão de joelhos pois acreditem foi por puro esquecimento, não sou político mais prometo que da próxima vez será lembrado em primeira linha, sem mais por enquanto.

Por: Iram de Oliveira, Geógrafo           
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