Violência em Mossoró é assustadora

Resultado de imagem para placa diz perigo de assalto fotosHá parâmetro errado para se medir violência em Mossoró. As estatísticas devem ser vista de forma mais amiúde.
O cenário é muito pior do que as páginas especializadas em cadáveres expõem escatologicamente. O ataque à lei e à ordem pública, que afeta o cidadão, nem sempre entra nos levantamentos oficiais e são propagados.
O recorde de homicídios (217, por enquanto) este ano, não atesta isoladamente essa derrota da sociedade, tipo Alemanha 7 x 1 Brasil. O que nos aflige mais é quase ignorado pela imprensa.
Há um pavor crescente devido a outros crimes não letais: furtos, roubos etc.
Nas abordagens às vítimas, os marginais estão cada dia mais debochados e violentos. Priorizam não apenas a subtração de bens materiais, mas se esmeram na humilhação e sadismo.
População vive sob pânico; medo de ir e vir, ficar à calçada, sair ou entrar em casa. Pegar filho no colégio e transitar para o trabalho, também assustam.
Portas fechadas, câmeras, muros altos, cercas elétricas, segurança armada…orações.
O lazer é um direito reprimido, normalmente acantonado na sala ou quarto residencial. Ir a um restaurante virou operação de guerra, carregada de medo de arrastões, bala perdida.
O centro da cidade fervilha de gente; gente apressada, outras tantas distraídas. Comerciantes temerosos. Polícia quase não é vista. Nem poderia. Não  há material humano suficiente, viaturas, meios mínimos para enfrentar essa avalanche criminosa.
Mensalmente, a Delegacia de Furtos e Roubos faz cerca de 600 boletins de ocorrências dessas modalidades de delitos, e muitos outros sequer viram estatística porque o cidadão não faz denúncia, não acredita em resolutividade.
Com informação do Blog Carlos Santos
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