EUA: é bom para eles!


Os Estados Unidos é um grande país, diga de passagem que significa ser a maior potência econômica do mundo. O PIB (produto interno bruto), diz respeito a produção de toda cadeia produtiva num país,  nos EUA  gira em torno de US$ 15,68 trilhões de dólares com a reserva  acima de 14 trilhões de dólares. Veja a diferença para o Japão terceira economia do mundo seu PIB em dólares 4,52 trilhões e reserva monetária 6,2 trilhões dados de 2012.  A reserva da China 3.341,000 trilhões  e o PIB 8.227 trilhões perceba que diferencia  um pouco mais da metade da Americana e desponta como a segunda economia mundial. No caso do Brasil 7ª economia tem em caixa US$ 375 Bilhões de dólares em reserva e um PIB de 2,253 trilhões. 
                        Por: Iram de Oliveira
Pois bem, os EUA é um país que situa na America do Norte na fronteira com o Canadá ao Norte e ao Sul o México. A economia Americana influencia são quem dita as normas do mercado Internacional O país exerce um papel fundamental na economia mundial, uma vez que o mesmo é o maior parceiro econômico da maioria dos países, ou seja, é o maior comprador do mundo. Sua economia é uma das mais abertas, havendo pouquíssimas intervenções do Estado sobre a mesma. 

Sua moeda, o dólar, é usada como referência por diversas nações; algumas até chegam a usar o dólar americano como moeda oficial, sendo que seus produtos eletrônicos são vendidos em todo o planeta não há país no mundo que não conheça ou usa seus inventos salvo aqueles que rejeitam tal oferta e que não inseriram ainda no mercado comercial global ou sofre sansões econômicas ex: Coréia do Norte.


Os EUA é um país “manhoso” e chegou a tanto as vezes de forma ilícita, interferindo no desenvolvimento econômico de outros tipo:financiando governos corruptos de país mais pobres tipo os Latinos.

Doutrina Monroe

A Doutrina Monroe foi proferida pelo presidente James Monroe no dia 02 de dezembro de 1823, no Congresso norte-americano. Em seu pronunciamento, James deixou claro que o continente não deveria aceitar nenhum tipo de intromissão europeia sobre quaisquer aspectos, isto é, “América para os americanos”. 

A ideologia da doutrina estava baseada em três princípios básicos: a impossibilidade de criação de novas colônias ao longo do continente, intolerância à interferência de nações europeias em questões internas e a não participação norte-americana em conflitos envolvendo países europeus. 

A doutrina se colocava contra o colonialismo em terras do continente americano, isso é tão verdade que os Estados Unidos foram os primeiros a reconhecer a independência dos países anteriormente colonizados pela Espanha. 

O que motivou tal doutrina foi a ameaça por parte da Santa Aliança (composta por países europeus como Áustria, Rússia, e França) de voltar a colonizar os países americanos. 

Aparentemente, os Estados Unidos estavam fazendo frente à Europa para defender os países latinos, no entanto, o que estava sendo defendido eram somente os interesses norte-americanos. (Eduardo de Freitas).

A doutrina Monroe que determina a “América para os Americanos” em outras palavras loteou as Américas para os Estados Unidos que a partir de então não aceitaria interferência, entrada não mais dos Europeus em solos tupiniquim. E assim foi aceito já que os governos do velho continente já tinham conquistado e loteado toda a áfrica e parte da Ásia como propriedade comercial sua  Séc: XIX.

Para finalizar, vamos comentar os últimos acontecimentos nesse sentido, em meados de 1950 iniciou movimento libertário nas Américas de forma que em Cuba apareceu um grande líder o revolucionário Fidel Castro que conseguiu tomar o poder das mãos de Fulgêncio batista um governo totalmente financiado e colaborador dos Norte-americanos, Castro, implantou o regime diferente do almejado pelos os EUA, o Socialismo em detrimento do Capitalismo. Querendo ou não Cuba influenciou outros países da região então os EUA passou a intencificar de maneira contundente a financiar governos locais (golpe Militar) com o intuito de não mais surgir  outra Cuba. Mas “pipocou esquerdistas” por toda parte ficando difícil o controle e assim foram eleitos por vontade popular no voto não importa os meios usados enfim. Na Venezuela, Hugo Chaves, no Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, na Argentina Cristina Kirchner, no Uruguai José Mujica, na Bolívia Evo Morales etc. 

Nos últimos anos surgiram fatos novos, grandes líderes adoecem de repente o “Câncer” toma conta nessa gente! Algo mais ou menos parecido com a peste bubônica ocorrido em parte dos Séc: XIII-XIV na Europa  no caso do Venezuelano Hugo Chaves já se foi para outra vida melhor.  Lula, Fidel etc. ainda lutam pela cura.

É estranho esses acontecimentos justamente com as pessoas  que foram eleitos  Presidente em seus respectivos países com idéias de esquerdas, já que os EUA tem históricos de influência, espionagem, agentes infiltrados, olheiros, manobras, artimanhas ilícitas em terras que diz serem conquistas econômicas e que estão no comando do seu poder. Pensemos a respeito, vigiem e ficaremos espertos com a “bondade” dos povos do Tio Sam.

Por: Iram de Oliveira, Geografia

   
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